A poesia sonora, enquanto vanguarda, permanece ignorada por boa parte da crítica, acostumada a enfocar, predominantemente, a poesia visual e seus desdobramentos; nesse ensaio, contribuindo para o estudo daquela poesia, analisam-se suas nuances mediante uma tipologia baseada nas relações entre a poesia verbal e a exclusivamente sonora, além se redimensionar tal poesia com a arte performática.