Antonio Vicente Seraphim Pietroforte é Professor Titular de Semiótica da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Nessa mesma faculdade, formou-se em Língua Portuguesa e Linguística; nela, ainda fez o mestrado, o doutorado, a livre-docência e leciona desde 2002 no Departamento de Linguística.
Presentemente, atua nos cursos de graduação em Letras e nos cursos de pós-graduação em: (1) Semiótica e Linguística Geral, especializando-se em Semiótica Aplicada; e (2) Estudos Comparados em Literaturas de Língua Portuguesa, participando da concepção do curso de pós-graduação em Laboratórios de Criação – Escrita Literária.
No final de 2019, eu, o Matheus Bueno, a Bruna Weidt e o Gabriel Kolyniak levamos adiante o projeto de uma revista literária chamada Rua Grande; a publicação teve apenas uma edição, cujo tema são os estados alterados de consciência, com participação dos poetas Jaa Torrano, Lu Venegas, Ademir Assunção, Roberto Bicelli, Jeanine Will e […]
Faz bastante tempo, a companhia de teatro Os Satyros planejara um álbum de histórias em quadrinhos baseado nas peças levadas ao palco pelo grupo; quanto a mim, coube a criação do roteiro sobre De profundis, de Oscar Wilde, com arte de Akira Sanoki. Infelizmente, o projeto d’Os Satyros não se concluiu; a HQ, entretanto, nós […]
Por volta de 2017, iniciei uma experiência literária com a criação de seis heterônimos, que eu cuidei de publicar separadamente na coleção Polifemo, na editora Córrego, em 2018 e 2019. Em 2024, por fim, pela editora Patuá, publiquei todos eles no livro “Vários afetos ou ensaio de criação literária ou livro dos heterônimos”; no volume, […]
É comum, para quem estuda semiótica, valer-se das teorias do signo e da significação para interpretar as coisas e os fatos do mundo; certa vez, ao examinar relatórios de leitura de estudantes pós-graduação, descobri determinadas regularidades estilísticas, o que me motivou a escrever um artigo sobre o tema. O texto em questão foi publicado, a […]
Em semiótica, a enunciação se define na relação enunciador-enunciatário; com base nesse liame, surgem implicações entre as categorias de pessoa, de tempo e de espaço articuladas em função do eixo proximidade vs. distanciamento, com o qual tais vínculos se medeiam. Dessa forma, pensando no papel temático do professor, propõem-se reflexões sobre sua semiótica e de […]
Partindo das ideias de Roland Barthes sobre os gestos nas orgias descritas pelo Marques de Sade, disseminadas na obra Sade, Fourier, Loyola, de sua autoria, desenvolve-se, segundo a semiótica narrativa e discursiva, uma proposta de geração da gestualidade, incluindo dança, mímica, artes dramáticas e circenses. O artigo é inédito; a versão disponibilizada se encontra devidamente […]
Com base nos estudos de François Rastier sobre a semântica do discurso e de Jean-Marie Floch sobre a semiótica entre sua função referencial e sua função construtiva – isto é, aquela capaz de gerar visões de mundo –, propõe-se, a partir do estudo das presenças do corpo na obra de arte, uma semiótica própria do […]
Partindo das presenças do corpo na arte, do retrato à arte performática, analisa-se a semiótica tanto de suas formas de representação quanto de sua somatização. Esse artigo foi publicado primeiramente na revista Abordagens Intersemióticas – Artigos do I Congresso Nacional de Literatura e Intersemiose, da Universidade Federal de Pernambuco; a versão atual foi devidamente revista […]
Nos finais dos 1970 e ao longo da década de 1980, surgiu, na cidade de São Paulo, um movimento chamado Música Independente, levado adiante, principalmente, por músicos instrumentais, que resolveram gravar seus álbuns – os então LPs – às próprias custas. O pioneirismo cabe ao Grupo Um, formado por Lelo Nazário (teclados), Zé Eduardo Nazário […]
É comum, para quem estuda semiótica, valer-se das teorias do signo e da significação para interpretar as coisas e os fatos do mundo; certa vez, ao examinar relatórios de leitura …
Em semiótica, a enunciação se define na relação enunciador-enunciatário; com base nesse liame, surgem implicações entre as categorias de pessoa, de tempo e de espaço articuladas em função do eixo …
Partindo das ideias de Roland Barthes sobre os gestos nas orgias descritas pelo Marques de Sade, disseminadas na obra Sade, Fourier, Loyola, de sua autoria, desenvolve-se, segundo a semiótica narrativa …
Com base nos estudos de François Rastier sobre a semântica do discurso e de Jean-Marie Floch sobre a semiótica entre sua função referencial e sua função construtiva – isto é, …
Partindo das presenças do corpo na arte, do retrato à arte performática, analisa-se a semiótica tanto de suas formas de representação quanto de sua somatização. Esse artigo foi publicado primeiramente …
Nos finais dos 1970 e ao longo da década de 1980, surgiu, na cidade de São Paulo, um movimento chamado Música Independente, levado adiante, principalmente, por músicos instrumentais, que resolveram …
Faz pouco tempo, durante a gravação do programa Sesc TV – Passagem de som sobre o Grupo Um, tive o prazer de iniciar amizade com o Lelo Nazário, o pianista …
Na virada do século XX para o século XXI, tive a honra de estudar bateria e percussão com Zé Eduardo Nazário; anos depois, para homenagear o professor, escrevi esse artigo …
No final de 2019, eu, o Matheus Bueno, a Bruna Weidt e o Gabriel Kolyniak levamos adiante o projeto de uma revista literária chamada Rua Grande; a publicação teve apenas …
A partir da obra em prosa e em poesia de Glauco Mattoso, busca-se, além de salientar seu inegável talento enquanto escritor e agitador cultural, apontar como ele se coloca na …
Partindo da comparação entre o Cristianismo e outras religiões, tais quais o Hinduísmo e a Umbanda, e considerando sua participação em diversos crimes contra a humanidade, reflete-se sobre as mazelas …
Após assistir a entreveros entre fascistas e pessoas de bem em redes sociais, verificam-se, em relação à direita, pelo menos três características: (1) ignorância por falta de instrução; (2) deslealdade; …