Por uma semiótica do corpo

Com base nos estudos de François Rastier sobre a semântica do discurso e de Jean-Marie Floch sobre a semiótica entre sua função referencial e sua função construtiva – isto é, aquela capaz de gerar visões de mundo –, propõe-se, a partir do estudo das presenças do corpo na obra de arte, uma semiótica própria do corpo junto à semântica do discurso. Esse artigo foi publicado primeiramente no livro Semiótica – horizonte, perspectivas, debates com o título “Por uma semiótica do corpo”; a versão atual foi devidamente revista e modificada.    

Artigos

A semiótica dos alunos de pós-graduação

É comum, para quem estuda semiótica, valer-se das teorias do signo e da significação para interpretar as coisas e os fatos do mundo; certa vez, ao examinar relatórios de leitura …

A semiótica do professor

Em semiótica, a enunciação se define na relação enunciador-enunciatário; com base nesse liame, surgem implicações entre as categorias de pessoa, de tempo e de espaço articuladas em função do eixo …

Por uma semiótica da gestualidade e seus desdobramentos na dança e em outras linguagens

Partindo das ideias de Roland Barthes sobre os gestos nas orgias descritas pelo Marques de Sade, disseminadas na obra Sade, Fourier, Loyola, de sua autoria, desenvolve-se, segundo a semiótica narrativa …

Por uma semiótica do corpo

Com base nos estudos de François Rastier sobre a semântica do discurso e de Jean-Marie Floch sobre a semiótica entre sua função referencial e sua função construtiva – isto é, …