Com base nos estudos de François Rastier sobre a semântica do discurso e de Jean-Marie Floch sobre a semiótica entre sua função referencial e sua função construtiva – isto é, aquela capaz de gerar visões de mundo –, propõe-se, a partir do estudo das presenças do corpo na obra de arte, uma semiótica própria do corpo junto à semântica do discurso. Esse artigo foi publicado primeiramente no livro Semiótica – horizonte, perspectivas, debates com o título “Por uma semiótica do corpo”; a versão atual foi devidamente revista e modificada.