Em vez de considerar a denotação enquanto grau zero da linguagem e as figuras de palavra como desvios desse grau, propõe-se tratar ambos os casos por efeitos de sentido gerados na própria linguagem. O texto é inspirado em um dos capítulos de minha tese de doutorado Retórica e semiótica e foi publicado, a primeira vez, no livro Semiótica: objetos e práticas, organizado por Ivã Carlos Lopes e Nilton Hernandes; o artigo que segue está devidamente revisto e revisado.