Por uma semiótica da gestualidade e seus desdobramentos na dança e em outras linguagens

Partindo das ideias de Roland Barthes sobre os gestos nas orgias descritas pelo Marques de Sade, disseminadas na obra Sade, Fourier, Loyola, de sua autoria, desenvolve-se, segundo a semiótica narrativa e discursiva, uma proposta de geração da gestualidade, incluindo dança, mímica, artes dramáticas e circenses. O artigo é inédito; a versão disponibilizada se encontra devidamente revisada.

Artigos

A semiótica dos alunos de pós-graduação

É comum, para quem estuda semiótica, valer-se das teorias do signo e da significação para interpretar as coisas e os fatos do mundo; certa vez, ao examinar relatórios de leitura …

A semiótica do professor

Em semiótica, a enunciação se define na relação enunciador-enunciatário; com base nesse liame, surgem implicações entre as categorias de pessoa, de tempo e de espaço articuladas em função do eixo …

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Por uma semiótica do corpo

Com base nos estudos de François Rastier sobre a semântica do discurso e de Jean-Marie Floch sobre a semiótica entre sua função referencial e sua função construtiva – isto é, …