É comum, para quem estuda semiótica, valer-se das teorias do signo e da significação para interpretar as coisas e os fatos do mundo; certa vez, ao examinar relatórios de leitura de estudantes pós-graduação, descobri determinadas regularidades estilísticas, o que me motivou a escrever um artigo sobre o tema. O texto em questão foi publicado, a primeira vez, no livro Tópicos de semiótica – modelos teóricos e aplicações, com o título “Os regimes semióticos dos estilos dos alunos de pós-graduação”; a versão atual foi devidamente revista e revisada.