Memórias da música independente feita no Brasil

Nos finais dos 1970 e ao longo da década de 1980, surgiu, na cidade de São Paulo, um movimento chamado Música Independente, levado adiante, principalmente, por músicos instrumentais, que resolveram gravar seus álbuns – os então LPs – às próprias custas. O pioneirismo cabe ao Grupo Um, formado por Lelo Nazário (teclados), Zé Eduardo Nazário (percussão e bateria), Zeca Assumpção (contrabaixo), Mauro Senise (saxofones e flautas), Felix Wagner (teclados e clarone), Carlinhos Gonçalves (percussão), com Marcha sobre a cidade, de 1979. Em seguida, dezenas de trabalhos foram gravados por músicos afins; no artigo, traça-se um apanhado crítico da época, cuidado de enumerar alguns daqueles álbuns, buscando pelos mais significativos. O texto disponibilizado se encontra publicado, primeiramente, no portal A Terra é Redonda.  

Artigos

A semiótica dos alunos de pós-graduação

É comum, para quem estuda semiótica, valer-se das teorias do signo e da significação para interpretar as coisas e os fatos do mundo; certa vez, ao examinar relatórios de leitura …

A semiótica do professor

Em semiótica, a enunciação se define na relação enunciador-enunciatário; com base nesse liame, surgem implicações entre as categorias de pessoa, de tempo e de espaço articuladas em função do eixo …

Por uma semiótica da gestualidade e seus desdobramentos na dança e em outras linguagens

Partindo das ideias de Roland Barthes sobre os gestos nas orgias descritas pelo Marques de Sade, disseminadas na obra Sade, Fourier, Loyola, de sua autoria, desenvolve-se, segundo a semiótica narrativa …

Por uma semiótica do corpo

Com base nos estudos de François Rastier sobre a semântica do discurso e de Jean-Marie Floch sobre a semiótica entre sua função referencial e sua função construtiva – isto é, …